Técnicos de enfermagem réus por mortes no Hospital Anchieta devem ser ouvidos pelo júri nesta segunda
Três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta TV Globo/Reprodução Os técnicos de enfermagem réus pela ...
Três técnicos de enfermagem suspeitos de matarem pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta TV Globo/Reprodução Os técnicos de enfermagem réus pela morte de pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta devem ser ouvidos nesta segunda-feira (8), durante audiência no Tribunal do Júri de Taguatinga. Outras nove testemunhas também devem prestar depoimento a partir das 9h. As audiências começaram no último dia 27 com testemunhas tanto da defesa quanto da acusação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Os réus Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva estão presos desde o início de janeiro. Eles respondem pelo homicídio de três pessoas: João Clemente Pereira, de 63 anos; Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos; Marcos Moreira, de 33 anos. Relembre o caso Justiça aceita denúncia contra técnicos do Hospital Anchieta O caso que levou os três técnicos de enfermagem ao Tribunal do Júri de Taguatinga teve início após a morte de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta. As investigações começaram depois que suspeitas sobre as circunstâncias dos óbitos chegaram às autoridades. A partir disso, foi instaurado inquérito para apurar se havia irregularidades na conduta de profissionais de saúde durante o atendimento aos pacientes. Com o avanço da apuração, o Ministério Público denunciou os técnicos, apontando indícios de participação deles nas mortes. Segundo informações do processo, os casos ocorreram enquanto os pacientes estavam internados na UTI, um ambiente de cuidados intensivos onde são atendidas pessoas em estado grave. A investigação buscou esclarecer se as mortes decorreram de causas naturais ou se houve ação ou omissão criminosa. Após a fase de investigação e análise das provas, a Justiça decidiu levar o caso a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável por crimes dolosos contra a vida. Em março, o Tribunal do Júri decretou as prisões preventivas de Marcos, Amanda e Marcela. Com isso, os três seguem detidos por tempo indeterminado. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.