Secretaria de Saúde investiga três casos suspeitos de hantavirose no DF

OMS e países rastreiam origem de surto de hantavírus A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou, nesta terça-feira (12), que investiga tr...

Secretaria de Saúde investiga três casos suspeitos de hantavirose no DF
Secretaria de Saúde investiga três casos suspeitos de hantavirose no DF (Foto: Reprodução)

OMS e países rastreiam origem de surto de hantavírus A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou, nesta terça-feira (12), que investiga três casos suspeitos de hantavirose no DF. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Segundo a pasta, os casos em investigação envolvem dois moradores do Distrito Federal e um de outra unidade da Federação, todos com início dos sintomas no mês de abril. 📌 Segundo a Secretaria de Saúde, não há registros confirmados da doença no DF desde 2022. Os casos seguem sob acompanhamento clínico, epidemiológico e laboratorial, conforme os protocolos vigentes de vigilância em saúde. Em nota (veja íntegra abaixo), a Secretaria informou ainda que realiza monitoramento contínuo de casos suspeitos e, quando necessário, promove investigações e inspeções ambientais nos locais prováveis de infecção, além de orientar a população sobre medidas de prevenção. Hantavirose Hantavirose é transmitida através da urina, fezes e saliva de ratos silvestres Emanuelle Pasa/Divulgação A hantavirose é uma doença viral grave, causada por vírus da família Hantaviridae, transmitida principalmente por roedores silvestres infectados. A infecção ocorre, sobretudo, pela inalação de partículas presentes na urina, fezes ou saliva desses animais. No Distrito Federal, o risco de exposição está associado principalmente a atividades em áreas rurais, locais com vegetação densa e ambientes fechados e pouco ventilados, como galpões, depósitos e casas abandonadas. 🔎A limpeza inadequada desses espaços e a manipulação de terra e vegetação também podem aumentar a chance de contágio. Os sintomas iniciais incluem febre alta, dor de cabeça e dores no corpo. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para problemas respiratórios, como tosse seca e cansaço intenso. O período de incubação varia, em média, de uma a cinco semanas, podendo chegar a até 60 dias após a exposição. Orientações A SES-DF orienta que, ao apresentar sintomas compatíveis, especialmente após contato com ambientes de risco, a pessoa procure imediatamente uma unidade de saúde. 📌Entre as recomendações estão: evitar atividades em áreas de risco nas primeiras horas da manhã usar máscaras ao mexer com terra ou vegetação manter ambientes limpos e ventilados e evitar o consumo de frutos encontrados no solo sem higienização adequada. O que diz a Secretaria de Saúde do DF "A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) informa que a hantavirose é uma doença viral grave causada por vírus da família Hantaviridae, transmitida principalmente por roedores silvestres infectados. A transmissão ocorre, sobretudo, quando a pessoa inala partículas presentes na urina, fezes ou saliva desses animais. No Distrito Federal, a principal exposição está relacionada a atividades em áreas rurais, ambientes abertos ou locais com vegetação densa, além de espaços fechados e pouco ventilados, como galpões, depósitos, paióis e casas abandonadas. Situações como limpeza inadequada de ambientes fechados ou manipulação de terra e vegetação para abertura de novas áreas também podem aumentar o risco de exposição. Os sintomas iniciais da doença incluem febre alta, dor de cabeça e dores no corpo. Em quadros mais graves, podem surgir sintomas respiratórios, como tosse seca e cansaço intenso. O período de incubação varia, em média, de uma a cinco semanas, podendo chegar a até 60 dias após a exposição. Diante do aparecimento desses sintomas, especialmente se houver histórico de contato com ambientes de risco nesse período, a orientação é procurar imediatamente atendimento em uma unidade de saúde. A SES-DF realiza monitoramento contínuo dos casos suspeitos e, sempre que necessário, conduz investigação epidemiológica e inspeção ambiental no local provável de infecção. Nessas ações, as equipes também orientam a população sobre medidas de prevenção e controle. Entre as principais formas de prevenção estão evitar atividades em áreas de risco nas primeiras horas da manhã, utilizar máscaras ao manipular terra ou vegetação, manter ambientes limpos e ventilados e não consumir frutos encontrados no solo sem a devida higienização. A SES-DF informa ainda que os últimos casos confirmados de hantavirose no Distrito Federal ocorreram em 2022. Atualmente, há três casos suspeitos em investigação epidemiológica, todos com início dos sintomas no mês de abril. Desses, dois são residentes do Distrito Federal e um residente de outra unidade da Federação. Os casos seguem em investigação clínica, epidemiológica e laboratorial, conforme os protocolos vigentes de vigilância em saúde." LEIA MAIS: HANTAVÍRUS: Conheça doença que causou surto em navio e é monitorada pela OMS AGENDA DUPLA: Celina Leão se reúne com Zanin no STF; agenda previa Lei da Ficha Limpa, mas governadora cita BRB Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

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