'Não acabe com minha festa': DF leva servidores às ruas no carnaval para prevenir assédio sexual

DF leva servidores às ruas no Carnaval para orientar foliões e prevenir assédio contra mulheres Ana Lídia Araújo/g1 Cerca de 90 servidores da Secretaria da...

'Não acabe com minha festa': DF leva servidores às ruas no carnaval para prevenir assédio sexual
'Não acabe com minha festa': DF leva servidores às ruas no carnaval para prevenir assédio sexual (Foto: Reprodução)

DF leva servidores às ruas no Carnaval para orientar foliões e prevenir assédio contra mulheres Ana Lídia Araújo/g1 Cerca de 90 servidores da Secretaria da Mulher do Distrito Federal estarão nas ruas durante o carnaval de Brasília para orientar foliões, comerciantes e trabalhadores sobre como agir em casos de assédio e violência contra mulheres. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Com o slogan "Não acabe com a minha festa", a mobilização faz parte da 4ª edição da ação Carnaval Sem Assédio. Carnaval 2026: quem sai e quem estará ausente nas ruas do DF As equipes vão circular por blocos de rua, bares, restaurantes e até distribuidoras de bebidas em diferentes regiões administrativas, distribuindo cerca de 3 mil cartazes e adesivos com QR Code e telefones de denúncia. Neste ano, a ação também leva tatuagens temporárias e fitinhas com a mensagem de respeito às mulheres. "A mulher quer alegria, mas ela também quer respeito. Não é uma ação só para as mulheres, mas também também para a sociedade, para os homens, os trabalhadores, os garçons. Então, é toda uma rede de proteção", disse a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ao g1. Ação vai para além dos blocos Cartazes da ação Carnaval Sem Assédio foram colados em banheiros de bares, restaurantes e distribuidoras. g1/Ana Lídia Araújo A presença nos bares é considerada estratégica porque, após os blocos, grande parte do público segue para esses locais. Por isso, parte do material é fixado em banheiros e entradas de estabelecimentos (veja imagem acima). Além da entrega dos materiais, as equipes conversam com donos de bares, restaurantes e funcionários sobre como acolher mulheres em situação de risco e como acionar a rede de proteção. A ação é baseada no protocolo Por Todas Elas, que orienta espaços públicos e privados sobre como agir em casos de violência, assédio ou importunação sexual. Canais de denúncia divulgados Nos cartazes e adesivos estão telefones que podem ser acionados por vítimas e testemunhas. São eles: 190 — Polícia Militar 180 — Central de Atendimento à Mulher 197 — Polícia Civil (denúncia anônima) 156, opção 6 — Central do GDF Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF, não houve registro de ocorrências de assédio durante o Carnaval nos últimos dois anos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Veja resultado: votação escolhe nome de filhotes de sauim-de-coleira do Zoo de Brasília Nota Legal: GDF marca primeiro sorteio de 2026 para 20 de maio Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Fale Conosco